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Autodidata, já trabalhou como programador visual para blocos de carnaval entre 1984 e 1988 e Diretor de Arte (Propeg-Ba) em 1989. De 1993 à 1995 foi chargista e ilustrador do jornal Bahia Hoje. Desde então, participa e é premiado em diversos Salões de Humor, Nacionais e Internacionais. Principais Premiações: 1994 - 1º Lugar Cartoon - 21ºSalão Internacional de Humor de Piracicaba 1997 - Menção Honrosa Cartoon - Festival Internacional de Humor - Sem AIDS com Amor 1998 - 3º Lugar – Caricatura e Menção Honrosa – Cartoon, no 1º Salão de Humor de Salvador 2000 - 1º
Lugar - Charge – 27º Salão Internacional de Humor de
Piracicaba HQMIX 99 – Melhor Revista Independente-Jayne Mastodonte 2002 - 2º Lugar – Premio Internet - 29ºSalão Internacional de Piracicaba 2003 - 1º Lugar
– Charge-16º Salão de Humor de Volta Redonda 4º Lugar – Cartoon –1º Festival de Artes Gráficas de Foz do Iguaçu 2007-Prêmio Primeiro Troféu Alfaiataria-Melhor Revista Independente –Jayne Mastodonte # 2 Flávio Luiz é autor das tiras Rota 66 e Jab, um lutador, publicadas de 2000 a 2003 no jornal Correio da Bahia e das revistas Jayne Mastodonte adv #1 e #2 (HQMIX-99 –MELHOR REVISTA INDEPENDENTE para a edição #1, TROFÉU ALFAIATARIA –MELHOR REVISTA INDEPENDENTE 2007 para Jayne Mastodonte # 2) e Aú,O Capoeirista (publicação inédita, prevista para o final de 2007). Co-autor com Gonçalo Júnior de “O Messias”, Graphic Novel lançada em 2006 pela Ópera Gráfica. Tem trabalhos seus fazendo parte dos acervos do Museu of Cartoon Art - Boca Raton, Flórida, Gibiteca do Henfil, SP, Word & Pictures Museum, Massashussets EUA . E dos livros, “Uma História do Brasil através da Caricatura”, “A História do futebol no Brasil através do Cartum”, “O que é o Brasil” - Senac-SP 2005, entre outros. Colaborou com as revistas Bundas e Pasquim 21 entre outras, realiza trabalhos como caricaturista em eventos.Recentemente passou a colaborar com o site www.oaranha.com.br na função de chargista e com a revista Metrópole como caricaturista e chargista.É formado em ADM de Empresas (Ufba,1992) mas não sabe onde foi parar o diploma,sendo que aceita troca-lo,quando achar, por qualquer edição da revista Gabola.
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